| NADA DE NOVO NO FRONT DA CULTURA Dia 09/01/2009, compareci à Secretaria de Cultura com o intuito de conhecer pessoalmente o nosso atual secretário de cultura. Como ele estava atendendo os representantes da ATB – Associação de Teatro de Bauru e Região, aguardei o término da reunião; esta se prolongou e quando terminou ele estava de saída e com pressa, pois tinha um compromisso com a reinauguração do Hotel Colonial. O assunto que pretendia tratar com o Sr. Pedro Romualdo é de total interesse para o município e de conhecimento do prefeito Rodrigo Agostinho, são projetos de cunho culturais/pedagógicos para serem levados às escolas públicas, sem ônus para o município. Na volta da inauguração consegui conversar informalmente com o secretário de cultura, onde comuniquei a este o motivo do meu interesse em conversar com ele. Durante a conversa o secretário solicitou que eu apresentasse o projeto por escrito. Sou membro, não empossado, do Conselho de Cultura. Na mesma manhã em conversa com Sr. Élson (agente cultural), comuniquei a este que era portador da única cópia do documento da 1ª. Conferência Municipal de Cultura (onde foi traçada, democraticamente, a política cultural para a cidade de Bauru, que nunca foi colocada em pratica pelo secretário Vinagre), e este solicitou que eu levasse o documento para que ele tirasse uma cópia. Dia 13/01/2009 retornei à Secretária de Cultura com o projeto formatado e o documento da 1ª. Conferência Municipal de Cultura, o secretário de Cultura havia saído para uma visita ao MIS-Museu da Imagem e do Som. Como precisava falar com a “Nelly” procurei por esta para fazer um depoimento a respeito da minha família e da casa Fígaro, quando fiquei sabendo que ela também se encontrava no MIS, através de contato telefônico ela falou que retornaria a Secretaria de Cultura com o secretário. Com o retorno desta prestei o depoimento que a colocou a par dos conhecimentos que tenho a respeito de uma parte de nossa história. Como o secretário não retornou, e eu tinha outras ocupações, tentei fazer chegar o projeto e documentos que se encontram em minhas mãos agendando para conversar com o Diretor de Ação Cultural (um tal de paçoca), quando pensei que este fosse me atender, este saindo pela porta, ao me ver, disse que já havia conversado comigo (na semana anterior ele se apresentou a mim e se colocou a disposição, sendo isto tudo o que ele falou comigo), retruquei dizendo que ele não sabia o que eu tinha a tratar com ele e que era portador de documentos de interesse dele, da Secretária. Paçoca falou que era do interesse de todos, saiu, me deixou falando sozinho, e ficou conversando, na porta, com outra pessoa. É esta a nova administração da Cultura? É assim que se porta um partido compromissado com o prefeito? Quem merece chineladas? É muito triste a situação em que colocam a CULTURA!!! Carlos Eduardo Martins EXISTE UMA LUZ NO FIM DO TUNEL? Dia 22/01/2009, me dirigi ao terceiro andar da Prefeitura Municipal de Bauru municiado com o projeto e com os documentos que tentei, sem sucesso, entregar junto a Secretaria Municipal de Cultura no dia 13/01/2009. Após um aguardo de aproximadamente 5 (cinco) minutos fui gentilmente encaminhado à sala do Francisco Maia. Coloquei este a par do que me levou até ele, fiz a entrega do projeto e dos documentos e conversamos durante aproximadamente duas horas, período durante o qual trocamos idéias sobre um melhor funcionamento da cultura em nosso município, ao final de nossa conversa, Chico Maia fez questão de ficar com meus telefones de contato para continuarmos trocando idéias para podermos colaborar com a administração municipal. Já havia agendado uma conversa com o Prefeito Rodrigo Agostinho, mas como Chico Maia ficou de encaminhar ao prefeito os documentos e o assunto que me levou até a prefeitura achei por bem confiar e não incomodá-lo. É assim, de maneira dinâmica e com presteza no atendimento que “toda” a administração municipal deve caminhar. Antes de iniciar este depoimento li na coluna “Entrelinhas” do JC de 23/01/2009: • Fugindo da raiaTem integrante do primeiro escalão do governo municipal errando, de cara, na postura na hora de dialogar com representações populares, sejam integrantes do Legislativo, de entidades ou outros organismos, e até com parte da imprensa. Tem nomeado que tenta se desvencilhar da obrigação, cívica e pública, de discutir ações de sua área dizendo que “é técnico e não político”.• Pela gestão públicaQuem sentou na cadeira achando que a atribuição do cargo é só despachar processos e analisar planilhas engana-se. Independentemente da formação superior ou da função “técnica” do nomeado, a função pública exige ampla capacidade de diálogo e desapego para atender a todos, prestando informações públicas aos canais de interlocução com a sociedade. NADA DE NOVO NO FRONT DA CULTURA - II Hoje é dia 03/02/2009. Na semana passada estive no MIS, para continuar a conversa que iniciei com a Nelly, a respeito da gravação de depoimento com relação a Casa Fígaro. Dia 09/11/2008, entreguei ao MIS dois ofícios endereçados ao Orlando Alves (atendendo orientação de Regina Ramos), solicitando o espaço destinado as associações para ensaio de duas peças contempladas pelo Programa Municipal de Estimulo à Cultura. Neste meu retorno ao MIS, um funcionário ao ver a minha aproximação pegou os ofícios encaminhados a dois meses e fez que estava com eles na mão; falou então que os mesmos deveriam ter sido encaminhados ao Secretário de Cultura e que como não deixei o meu tel. ele não pode entrar em contato comigo. O meu tel. como sou uma pessoa pública é fácil de conseguir junto a Secretaria de Cultura e ofícios encaminhados, ainda que a pessoas erradas podem e devem ser enviados a pessoa certa dentro de um mesmo departamento, no caso o de Cultura (assim se age na Justiça). Falei então da necessidade de um espaço para depósito dos materiais adquiridos para a cenografia do projeto O Último Vagão, foi-me respondido que eles não dispunham de espaços e que os espaços disponibilizados para uso deveriam ser esvaziados de todo o material após a utilização dos mesmo; chegou então um artista que faz cenografia e perguntei a ele o que ele estava fazendo ali, ao que ele respondeu que tinha ali um espaço que era utilizado como seu atelier, onde ele fazia os seus bonecos. Dois pesos e duas medidas. Dia 02 de fevereiro de 2009 fui até a Secretaria de Cultura para entregar, por solicitação de André Zambelo – Presidente da ATB, dois ofícios referentes a projetos aprovados pelo Programa Municipal de Estimulo à Cultura (já entregues e perdidos) e três ofícios sendo dois solicitando novamente espaço para ensaios e um a cópia do contrato do projeto Photomaton & Vox. Na mesa de recepção falei o que me levou até ali e perguntei se era possível falar com o Pedro Romualdo ao que foi respondido que não, pois ele estava em uma reunião. Consegui entregar, pela segunda vez, os dois ofícios; e houve uma dúvida se os outros três ofícios poderiam ser recebidos ou não. Enquanto aguardava ouvi a responsável pela recepção falar ao telefone “você já falou com ele? Porque você não agenda um horário para conhecê-lo e para ele te conhecer?”, percebi que estavam se referindo ao Pedro Romualdo e então falei que gostaria de agendar uma conversa com o Secretário, aguardei o secretário do Secretário e falei do meu desejo de agendar uma data para falar com o Secretário de Cultura. O secretário do secretário entrou para agendar; quando este voltou falou que estava marcado sexta-feira às 15 horas com o Walmir, como estava no tumulto do recebe ou não recebe, do recebimento errado e outras incompetências mais, concordei. Chegou então um rapaz com roupa de capoeira para falar com o Pedro Romualdo, foi perguntado a ele se ele havia agendado ao que ele respondeu que não, disseram então que ele esperasse que o Pedro Romualdo iria atendê-lo. Me senti discriminado e sei que na Constituição Federal discriminação constitui crime. Ai então caiu a ficha de que o meu pedido de agendar para falar com o Pedro Romualdo foi transformado em um agendamento para falar com o Walmir, que não foi o que solicitei. Ao sair da Secretaria de Cultura tomei, a iniciativa de mais uma vez recorrer a assessoria do nosso prefeito. Antes me dirigi à Secretária de Educação para deixar o projeto Machado de Assis nas Escolas Públicas, como Majô não se encontrava (estava em uma reunião na prefeitura) falei e entreguei o projeto para Raíra que muito atenciosa ouviu e ficou de entregar o projeto para a Majô; o final da conversa foi presenciado por uma senhora, sai e me voltei para deixar o meu tel. Raíra estava explicando para a senhora no que consistia o projeto, esta mostrou interesse e falou que o projeto seria encaminhado a ela, pois ela era do departamento de pedagogia e ficou de entrar em contato comigo. Na prefeitura fui recebido pelo Alex Gasparini e após expor a ele os fatos este achou por bem que eu deveria me reportar ao Chefe de Gabinete. Dia 03/02/2009 retornei à prefeitura às 10 horas, como o Chefe de Gabinete não se encontrava presente falei com a Tânia, Chefe do Protocolo e depois com a secretária do Chefe de Gabinete que após saber dos fatos ficou com o meu telefone para agendar um horário. ESTATUTO DO PSB (artigos 1º. E 2º.) Art. 1º O Partido Socialista Brasileiro – PSB, com sede e foro na Capital da República Federativa do Brasil, com jurisdição em todo território nacional e duração por tempo indeterminado, rege-se por seu Manifesto Programa e Estatuto, observados os princípios constitucionais e a normas legais. § 1º O PSB, formalmente, é a denominação que tomou a antiga Esquerda Democrática, por força da Resolução nº 2.130, de 6 de agosto de 1947, do Tribunal Superior Eleitoral, que reformou os estatutos partidários. § 2º O PSB, historicamente, é produto e continuidade das experiências e lutas sociais, políticas, econômicas e culturais do povo brasileiro e dos trabalhadores em particular, da aplicação de suas sistematizações teóricas e das formulações criadoras de personalidades nacionais e internacionais, que contribuem para a construção da democracia e do socialismo. § 3º O PSB, fiel à democracia pluralista como valor político permanente, ao regime republicano e à forma federativa de organização administrativa do país, às elaborações socialistas e à luta pelos direitos individuais, coletivos, sociais, econômicos e políticos da cidadania, exerce suas atividades visando à realização de seus objetivos programáticos, em particular: I conduzir a Nação à conquista da plena soberania nacional, principalmente política e econômica; II democratizar o Estado através de mecanismos que garantam a participação da sociedade civil organizada na formulação, execução e fiscalização das políticas públicas; III socializar os meios de produção considerados estratégicos e fundamentais ao desenvolvimento, social, cultural e da democracia, e a preservação da soberania nacional; IV democratizar as relações de trabalho; V estimular a ampla associação de cidadãos livres, visando à criação de novas formas e sistema de produção, na perspectiva de um desenvolvimento sustentável; VI estimular o desenvolvimento de valores morais e comportamentos culturais que contribuam para acelerar a abolição dos antagonismos de classes e da exploração entre classes e segmentos sociais, bem como de todas as formas que justificam ideologicamente a discriminação e a marginalização de indivíduos e grupos sociais. VII lutar para manter o patrimônio intelectual no domínio da nacionalidade; VIII lutar contra todos os tipos de privilégios, em especial aqueles patrocinados em causa própria, em qualquer nível. Art. 2º É finalidade do PSB lutar pela implantação da democracia e do socialismo no País, buscando, para isso: a) propagar as formulações consubstanciadas em seu Manifesto, Programa, decisões de Congressos e direções, usando todos os meios democráticos para sua concretização; b) contribuir para a unidade das forças políticas partidárias, sociais, progressistas, populares e democráticas, visando à consolidação da democracia pluralista e a participação de todos os cidadãos nas riquezas materiais e culturais produzidas pela sociedade; c) conquistar o poder político através do voto livre e das lutas democráticas da sociedade organizada para a concretização do processo de mudanças; d) buscar o intercâmbio, a integração e a cooperação com os demais partidos, instituições e movimentos nacionais e internacionais que lutem por objetivos idênticos; e) apoiar os movimentos pela integração latino-americana, na perspectiva da emancipação dos trabalhadores, e todas as ações que contribuam para a paz, o respeito à autodeterminação dos povos e a eliminação de relações de subordinação ou espoliação entre países e nações e por parte de grupos econômicos transnacionais. |
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
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