quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A VINGANÇA DO BUTOH

No último domingo o povo compareceu às urnas para se manifestar democraticamente. Assistimos a uma total renovação em nossa Câmara de Vereadores, dos vereadores antigos apenas três retornaram: Marcelo Borges que solicitou nosso apoio para ser na câmara um representante da Cultura, Batata que já atuava, juntamente com Borges, como defensor das causas da classe artística e o pastor Luis. Ficamos muito satisfeitos por verificar que dois dos que permaneceram são manifestadamente simpáticos às causas culturais. Quanto à renovação é uma manifestação clara do descontentamento dos eleitores com aqueles que se propõem em serem defensores do povo e na realidade defendem apenas interesses pessoais, são os falastrões verborrágicos que falam muito, nada dizem, e nada fazem.

Tivemos no ano de 2006 nossos projetos aprovados pelo Programa Municipal de Estimulo à Cultura, interrompidos graças à interferência do falastrão mor que sentando sobre o próprio rabo questionou a honestidade de determinada entidade cultural de nossa cidade, entidade esta com relevantes serviços prestados à nossa comunidade. Questionou e atacou uma manifestação artística e pacifica que ocorreu no interior de nossa Câmara de Vereadores, transformando a seção em tumulto. Quis a graça divina e o nosso povo que o referido falastrão não retornasse a esta casa de leis.

Retomando e encerrando com o BUTOH, infelizmente o representante maior dessa arte já não se encontra mais entre nós para desfrutar do contentamento que domina a todos nós artistas e pessoas esclarecidas que foram, também, atingidas pelo falastrão quando se manifestaram em defesa da arte, mas temos certeza de que Val Raí, onde quer que ele se encontre, está se rejubilando com nossa alegria. É “A VINGANÇA DO BUTOH” fazendo a justiça pelo direito garantido, por nossa constituição, de livre manifestação.
A VINGANÇA DO BUTOH

No último domingo o povo compareceu às urnas para se manifestar democraticamente. Assistimos a uma total renovação em nossa Câmara de Vereadores, dos vereadores antigos apenas três retornaram: Marcelo Borges que solicitou nosso apoio para ser na câmara um representante da Cultura, Batata que já atuava, juntamente com Borges, como defensor das causas da classe artística e o pastor Luis. Ficamos muito satisfeitos por verificar que dois dos que permaneceram são manifestadamente simpáticos às causas culturais. Quanto à renovação é uma manifestação clara do descontentamento dos eleitores com aqueles que se propõem em serem defensores do povo e na realidade defendem apenas interesses pessoais, são os falastrões verborrágicos que falam muito, nada dizem, e nada fazem.

Tivemos no ano de 2006 nossos projetos aprovados pelo Programa Municipal de Estimulo à Cultura, interrompidos graças à interferência do falastrão mor que sentando sobre o próprio rabo questionou a honestidade de determinada entidade cultural de nossa cidade, entidade esta com relevantes serviços prestados à nossa comunidade. Questionou e atacou uma manifestação artística e pacifica que ocorreu no interior de nossa Câmara de Vereadores, transformando a seção em tumulto. Quis a graça divina e o nosso povo que o referido falastrão não retornasse a esta casa de leis.

Retomando e encerrando com o BUTOH, infelizmente o representante maior dessa arte já não se encontra mais entre nós para desfrutar do contentamento que domina a todos nós artistas e pessoas esclarecidas que foram, também, atingidas pelo falastrão quando se manifestaram em defesa da arte, mas temos certeza de que Val Raí, onde quer que ele se encontre, está se rejubilando com nossa alegria. É “A VINGANÇA DO BUTOH” fazendo a justiça pelo direito garantido, por nossa constituição, de livre manifestação.
O porvir chegou! ...e é melhor!

O futuro prefeito comemorou sua vitória com trabalho em prol da cidade que ele ainda não assumiu como prefeito. O derrotado festejou. Já começam a aparecer pessoas que torcem pelo quanto pior melhor. Fica claro o posicionamento, dos maus perdedores. Realmente se nem o nosso futuro prefeito Rodrigo Agostinho assumiu já aparecem manifestações contrárias ao posicionamento de quem vai à luta em busca de melhorias para a nossa cidade, podemos prever que nossa batalha será árdua, pois não vamos permitir que façam com o Rodrigo Agostinho, prefeito escolhido pela maioria de nossa população, o mesmo que fizeram com Nilson Costa.

Se, no dizer de Milton Monti, é mais fácil conseguir verbas para a conclusão do viaduto, não devemos deixar de consegui-las porque a saúde vai mal; uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Se vocês tivessem conhecimento de como as coisas funcionam, assim como o nosso futuro prefeito têm graças aos oito anos dedicados à vida pública, a postura seria diferente, mas parece-me que o conhecimento que vocês têm da coisa pública é o mesmo demonstrado pelo outro candidato, o que lhe acarretou a derrota.

Não sei de onde veio, mas podem ficar tranqüilos que o dinheiro que custeou a ida do nosso futuro prefeito não veio de nenhum empresário, que depois iria cobrar pelo dinheiro investido na campanha, pois estes não investiram no nosso candidato. Rodrigo Agostinho, enquanto homem público, sempre pautou sua conduta na ética. Posições como esta tomada por vocês é que são “isto é uma vergonha”, é que são “isso é um absurdo”. Estamos atentos e de olho em pessoas como vocês. Não vamos permitir que vocês mantenham a cidade no buraco em que ela se encontra. Nós olhamos para o futuro e não para os vinte e cinco anos passados. “Sou meu contemporâneo, não sou meu sobrevivente”.
ISRAEL PROMOVE
HOLOCAUTO PALESTINO

Mais uma vez o belicoso estado de Israel ataca e arrasa um povo.
Gostaria que algum estudioso fizesse um levantamento de quantas pessoas Israel matou desde a criação de seu estado e comparasse com o número de judeus mortos durante a segunda guerra, creio que chegaríamos a um resultado que demonstraria que o Holocausto (Shoah) promovido pela extrema direita do estado de Israel já é maior que o promovido pelo Hitler. Como os palestinos não detêm em suas mãos a mídia mundial estes fatos não são divulgados e afinal para a extrema direita de Israel eles não são gente, são um povo inferior e como tal deve ser tratado e exterminado. O estado de Israel repete o modelo nazista de Hitler e se elege “o povo superior” e como tal se julga no direito de exterminar nações, levando o povo destas à miséria material e humana; elege mártires que ao suportarem as agruras impostas por Israel se aproximam de Deus.
Como confiar em um povo que condenou Cristo à morte?
É muito triste este mundo em que vivemos!
Depois destes ataques tenho a certeza de que o desequilíbrio da natureza de nosso planeta será mais uma vez abalado, e este é outro estudo que gostaria de ver realizado. Não será esta uma das maiores fontes do aquecimento global? Do desequilíbrio ecológico?
Que falta nos faz homens com a envergadura de um Yitzhak Rabin (judeu), de um Arafat (palestino), ganhadores do Premio Nobel da Paz, mortos pela extrema direita de Israel quando estavam próximos de alcançar a PAZ entre palestinos e judeus!
Cyberkultura
ou
Virtual realidade/Real virtualidade

Em um distante reino perdido na mente, vivia um vassalo de si mesmo. Tinha aproximadamente 60 anos e se achava jovem, via graça nisto, pois quando era jovem pensava que as pessoas com aproximadamente 60 anos eram velhas. Questionava: Será que hoje envelhecemos mais devagar? Como isto é possível se as crianças ficam espertas logo após o nascimento? Ficava intrigado com estes fatos, mas seguia adiante com sua vida solitária. Trazia o universo dentro de si e estava antenado com os avanços da cibernética. Por força das circunstancias, depois de viver anos, isolado em uma ilha, foi obrigado a tomar conhecimento e fazer uso do computador, que a principio via como um monstro. Após ler uma poesia que tratava do assunto mudou de opinião, sua posição era contrária a da poesia, já que ele era um artista e na poesia era um jovem que escreve para Cora Coralina falando do quanto queria ser artista, mas trabalhava com esta maquina fria, ao que ela responde que no futuro nós veríamos a alma dos computadores, o que eles trazem de bom para a humanidade.
Um dia... Estava ele terminando, solitário, seu almoço em um restaurante quando se aproximou um rapaz, cumprimentou-o demonstrando conhecê-lo e ele tinha uma vaga lembrança musical do jovem, era uma lembrança minimalista, daquelas coisas que ficam arquivadas na memória. O jovem falou de sua pagina (ou site?) recentemente criada e falou com tanto entusiasmo que contagiou o velho, que pediu o endereço: www.balaiobranco.com.br. Chegando a casa começou a interagir com o site (ou pagina?) e viu a sua solidão ser deixada de lado. Arrependeu-se de não dominar aquele que para ele, até então, servia apenas para trabalhos pessoais. Percebeu que era bom estar em contato não apenas com seu universo interior, mas alem de colocar esse universo interior para fora, interagir com outras pessoas, uma interação alem dos email’s. Como é bom conversar, com verdade, mudando a ótica do olho-no-olho. Apesar dos negros temas que a atualidade nos proporciona a vida passou a sorrir para o jovem-velho-ou-velho-jovem, pois ele viu a possibilidade de fazer aquilo que ele sabia e gostava, numa comunidade, resguardando para si a intimidade de seu quarto. Ele viu que mudanças eram viáveis e que para tanto bastava que ele enxergasse a alma do computador.
Quem pensou esta história? O narrador? O velho? Eu? O computador?... Dúvidas... Duvidas?

virtual realidade + real virtualidade = cybercultura
UMA VISÃO DE ÁGUIA

Foi uma grata surpresa ao ler o Jornal da Cidade de domingo 31/11/2008 deparar na primeira pagina do caderno de Cultura com a reportagem “Cultura na visão de Rodrigo Agostinho”, e na pagina 7 “Bauru já é um pólo de difusão cultural”. Nas matérias podemos perceber a visão abrangente do nosso futuro prefeito, que demonstra total conhecimento do assunto tratado, conhecimento este que se desdobrará na escolha do futuro secretário de Cultura. O conhecimento, fruto de um estudo profundo sobre todas as áreas administrativas da cidade, já havia ficado claro nos programas políticos e nos debates que antecederam as eleições.
Tenho disponibilizado nos últimos meses no Yahoo grupos, da SAC – Sociedade Amigos da Cultura, um documento do Instituto Polis intitulado “Você quer um bom conselho”, onde a cultura é enfocada de maneira ampla e objetiva, através de reflexões sobre o funcionamento dos Conselhos Participativos, com um olhar mais direto sobre os Conselhos de Cultura.
Rodrigo Agostinho nos mostra que ao contrário da maioria dos nossos políticos considera e torna a cultura uma das prioridades e tal fato só acontece quando o homem público tem uma interação grande com a cultura. Esta interação é o resultado da visão abrangente que vê a administração do bem público como um todo, somente a partir desta visão podemos vislumbrar uma forma de governança participativa. “Os processos participativos são condição para uma nova cultura política da governança democrática”.
Ultimamente temos ouvido falar muito em buracos, asfalto, asfalto e asfalto. “É bastante barato investir na cultura. Com o recurso de um quilômetro de asfalto, por exemplo, é possível fazer maravilhas dentro da cultura e, por outro lado, é apenas um quilômetro de asfalto... Volto a repetir que sempre existe por trás a idéia da sociedade de consumo. O asfalto se torna importante porque uma sociedade de consumo diz que é importante ter automóvel e ter estradas que não façam pó na cara, que não tenham buracos para não estragar o carro, etc. Esse se torna o sonho de consumo das pessoas e é a forma de projetarem e pensarem os desejos que torna tudo complicado”.
Somente um jovem voltado para o futuro, sem pretensões imediatistas, consegue pensar em uma administração que enfoque o desenvolvimento com sustentabilidade. “O prefeito hoje não gere por quatro anos, ele gere o município por oito e nessa gestão ele vê sua vida”.
Todas as citações foram retiradas do documento “Você quer um bom conselho”.

NADA DE NOVO NO FRONT
DA CULTURA

Dia 09/01/2009, compareci à Secretaria de Cultura com o intuito de conhecer pessoalmente o nosso atual secretário de cultura. Como ele estava atendendo os representantes da ATB – Associação de Teatro de Bauru e Região, aguardei o término da reunião; esta se prolongou e quando terminou ele estava de saída e com pressa, pois tinha um compromisso com a reinauguração do Hotel Colonial. O assunto que pretendia tratar com o Sr. Pedro Romualdo é de total interesse para o município e de conhecimento do prefeito Rodrigo Agostinho, são projetos de cunho culturais/pedagógicos para serem levados às escolas públicas, sem ônus para o município. Na volta da inauguração consegui conversar informalmente com o secretário de cultura, onde comuniquei a este o motivo do meu interesse em conversar com ele. Durante a conversa o secretário solicitou que eu apresentasse o projeto por escrito.

Sou membro, não empossado, do Conselho de Cultura. Na mesma manhã em conversa com Sr. Élson (agente cultural), comuniquei a este que era portador da única cópia do documento da 1ª. Conferência Municipal de Cultura (onde foi traçada, democraticamente, a política cultural para a cidade de Bauru, que nunca foi colocada em pratica pelo secretário Vinagre), e este solicitou que eu levasse o documento para que ele tirasse uma cópia.

Dia 13/01/2009 retornei à Secretária de Cultura com o projeto formatado e o documento da 1ª. Conferência Municipal de Cultura, o secretário de Cultura havia saído para uma visita ao MIS-Museu da Imagem e do Som. Como precisava falar com a “Nelly” procurei por esta para fazer um depoimento a respeito da minha família e da casa Fígaro, quando fiquei sabendo que ela também se encontrava no MIS, através de contato telefônico ela falou que retornaria a Secretaria de Cultura com o secretário. Com o retorno desta prestei o depoimento que a colocou a par dos conhecimentos que tenho a respeito de uma parte de nossa história.

Como o secretário não retornou, e eu tinha outras ocupações, tentei fazer chegar o projeto e documentos que se encontram em minhas mãos agendando para conversar com o Diretor de Ação Cultural (um tal de paçoca), quando pensei que este fosse me atender, este saindo pela porta, ao me ver, disse que já havia conversado comigo (na semana anterior ele se apresentou a mim e se colocou a disposição, sendo isto tudo o que ele falou comigo), retruquei dizendo que ele não sabia o que eu tinha a tratar com ele e que era portador de documentos de interesse dele, da Secretária. Paçoca falou que era do interesse de todos, saiu, me deixou falando sozinho, e ficou conversando, na porta, com outra pessoa.

É esta a nova administração da Cultura?
É assim que se porta um partido compromissado com o prefeito?
Quem merece chineladas?
É muito triste a situação em que colocam a CULTURA!!!

Carlos Eduardo Martins

EXISTE UMA LUZ NO FIM DO TUNEL?

Dia 22/01/2009, me dirigi ao terceiro andar da Prefeitura Municipal de Bauru municiado com o projeto e com os documentos que tentei, sem sucesso, entregar junto a Secretaria Municipal de Cultura no dia 13/01/2009. Após um aguardo de aproximadamente 5 (cinco) minutos fui gentilmente encaminhado à sala do Francisco Maia. Coloquei este a par do que me levou até ele, fiz a entrega do projeto e dos documentos e conversamos durante aproximadamente duas horas, período durante o qual trocamos idéias sobre um melhor funcionamento da cultura em nosso município, ao final de nossa conversa, Chico Maia fez questão de ficar com meus telefones de contato para continuarmos trocando idéias para podermos colaborar com a administração municipal. Já havia agendado uma conversa com o Prefeito Rodrigo Agostinho, mas como Chico Maia ficou de encaminhar ao prefeito os documentos e o assunto que me levou até a prefeitura achei por bem confiar e não incomodá-lo.
É assim, de maneira dinâmica e com presteza no atendimento que “toda” a administração municipal deve caminhar.

Antes de iniciar este depoimento li na coluna “Entrelinhas” do JC de 23/01/2009:

• Fugindo da raiaTem integrante do primeiro escalão do governo municipal errando, de cara, na postura na hora de dialogar com representações populares, sejam integrantes do Legislativo, de entidades ou outros organismos, e até com parte da imprensa. Tem nomeado que tenta se desvencilhar da obrigação, cívica e pública, de discutir ações de sua área dizendo que “é técnico e não político”.• Pela gestão públicaQuem sentou na cadeira achando que a atribuição do cargo é só despachar processos e analisar planilhas engana-se. Independentemente da formação superior ou da função “técnica” do nomeado, a função pública exige ampla capacidade de diálogo e desapego para atender a todos, prestando informações públicas aos canais de interlocução com a sociedade.


NADA DE NOVO NO FRONT DA CULTURA - II

Hoje é dia 03/02/2009. Na semana passada estive no MIS, para continuar a conversa que iniciei com a Nelly, a respeito da gravação de depoimento com relação a Casa Fígaro. Dia 09/11/2008, entreguei ao MIS dois ofícios endereçados ao Orlando Alves (atendendo orientação de Regina Ramos), solicitando o espaço destinado as associações para ensaio de duas peças contempladas pelo Programa Municipal de Estimulo à Cultura. Neste meu retorno ao MIS, um funcionário ao ver a minha aproximação pegou os ofícios encaminhados a dois meses e fez que estava com eles na mão; falou então que os mesmos deveriam ter sido encaminhados ao Secretário de Cultura e que como não deixei o meu tel. ele não pode entrar em contato comigo. O meu tel. como sou uma pessoa pública é fácil de conseguir junto a Secretaria de Cultura e ofícios encaminhados, ainda que a pessoas erradas podem e devem ser enviados a pessoa certa dentro de um mesmo departamento, no caso o de Cultura (assim se age na Justiça). Falei então da necessidade de um espaço para depósito dos materiais adquiridos para a cenografia do projeto O Último Vagão, foi-me respondido que eles não dispunham de espaços e que os espaços disponibilizados para uso deveriam ser esvaziados de todo o material após a utilização dos mesmo; chegou então um artista que faz cenografia e perguntei a ele o que ele estava fazendo ali, ao que ele respondeu que tinha ali um espaço que era utilizado como seu atelier, onde ele fazia os seus bonecos. Dois pesos e duas medidas.

Dia 02 de fevereiro de 2009 fui até a Secretaria de Cultura para entregar, por solicitação de André Zambelo – Presidente da ATB, dois ofícios referentes a projetos aprovados pelo Programa Municipal de Estimulo à Cultura (já entregues e perdidos) e três ofícios sendo dois solicitando novamente espaço para ensaios e um a cópia do contrato do projeto Photomaton & Vox. Na mesa de recepção falei o que me levou até ali e perguntei se era possível falar com o Pedro Romualdo ao que foi respondido que não, pois ele estava em uma reunião. Consegui entregar, pela segunda vez, os dois ofícios; e houve uma dúvida se os outros três ofícios poderiam ser recebidos ou não. Enquanto aguardava ouvi a responsável pela recepção falar ao telefone “você já falou com ele? Porque você não agenda um horário para conhecê-lo e para ele te conhecer?”, percebi que estavam se referindo ao Pedro Romualdo e então falei que gostaria de agendar uma conversa com o Secretário, aguardei o secretário do Secretário e falei do meu desejo de agendar uma data para falar com o Secretário de Cultura. O secretário do secretário entrou para agendar; quando este voltou falou que estava marcado sexta-feira às 15 horas com o Walmir, como estava no tumulto do recebe ou não recebe, do recebimento errado e outras incompetências mais, concordei. Chegou então um rapaz com roupa de capoeira para falar com o Pedro Romualdo, foi perguntado a ele se ele havia agendado ao que ele respondeu que não, disseram então que ele esperasse que o Pedro Romualdo iria atendê-lo. Me senti discriminado e sei que na Constituição Federal discriminação constitui crime. Ai então caiu a ficha de que o meu pedido de agendar para falar com o Pedro Romualdo foi transformado em um agendamento para falar com o Walmir, que não foi o que solicitei.
Ao sair da Secretaria de Cultura tomei, a iniciativa de mais uma vez recorrer a assessoria do nosso prefeito. Antes me dirigi à Secretária de Educação para deixar o projeto Machado de Assis nas Escolas Públicas, como Majô não se encontrava (estava em uma reunião na prefeitura) falei e entreguei o projeto para Raíra que muito atenciosa ouviu e ficou de entregar o projeto para a Majô; o final da conversa foi presenciado por uma senhora, sai e me voltei para deixar o meu tel. Raíra estava explicando para a senhora no que consistia o projeto, esta mostrou interesse e falou que o projeto seria encaminhado a ela, pois ela era do departamento de pedagogia e ficou de entrar em contato comigo.
Na prefeitura fui recebido pelo Alex Gasparini e após expor a ele os fatos este achou por bem que eu deveria me reportar ao Chefe de Gabinete. Dia 03/02/2009 retornei à prefeitura às 10 horas, como o Chefe de Gabinete não se encontrava presente falei com a Tânia, Chefe do Protocolo e depois com a secretária do Chefe de Gabinete que após saber dos fatos ficou com o meu telefone para agendar um horário.


ESTATUTO DO PSB
(artigos 1º. E 2º.)

Art. 1º O Partido Socialista Brasileiro – PSB, com sede e foro na Capital da República Federativa do Brasil, com jurisdição em todo território nacional e duração por tempo indeterminado, rege-se por seu Manifesto Programa e Estatuto, observados os princípios constitucionais e a normas legais.
§ 1º O PSB, formalmente, é a denominação que tomou a antiga Esquerda Democrática, por força da Resolução nº 2.130, de 6 de agosto de 1947, do Tribunal Superior Eleitoral, que reformou os estatutos partidários.
§ 2º O PSB, historicamente, é produto e continuidade das experiências e lutas sociais, políticas, econômicas e culturais do povo brasileiro e dos trabalhadores em particular, da aplicação de suas sistematizações teóricas e das formulações criadoras de personalidades nacionais e internacionais, que contribuem para a construção da democracia e do socialismo.
§ 3º O PSB, fiel à democracia pluralista como valor político permanente, ao regime republicano e à forma federativa de organização administrativa do país, às elaborações socialistas e à luta pelos direitos individuais, coletivos, sociais, econômicos e políticos da cidadania, exerce suas atividades visando à realização de seus objetivos programáticos, em particular:
I conduzir a Nação à conquista da plena soberania nacional, principalmente política e econômica;
II democratizar o Estado através de mecanismos que garantam a participação da sociedade civil organizada na formulação, execução e fiscalização das políticas públicas;
III socializar os meios de produção considerados estratégicos e fundamentais ao desenvolvimento, social, cultural e da democracia, e a preservação da soberania nacional;
IV democratizar as relações de trabalho;
V estimular a ampla associação de cidadãos livres, visando à criação de novas formas e sistema de produção, na perspectiva de um desenvolvimento sustentável;
VI estimular o desenvolvimento de valores morais e comportamentos culturais que contribuam para acelerar a abolição dos antagonismos de classes e da exploração entre classes e segmentos sociais, bem como de todas as formas que justificam ideologicamente a discriminação e a marginalização de indivíduos e grupos sociais.
VII lutar para manter o patrimônio intelectual no domínio da nacionalidade;
VIII lutar contra todos os tipos de privilégios, em especial aqueles patrocinados em causa própria, em qualquer nível.
Art. 2º É finalidade do PSB lutar pela implantação da democracia e do socialismo no País, buscando, para isso:
a) propagar as formulações consubstanciadas em seu Manifesto, Programa, decisões de Congressos e direções, usando todos os meios democráticos para sua concretização;
b) contribuir para a unidade das forças políticas partidárias, sociais, progressistas, populares e democráticas, visando à consolidação da democracia pluralista e a participação de todos os cidadãos nas riquezas materiais e culturais produzidas pela sociedade;
c) conquistar o poder político através do voto livre e das lutas democráticas da sociedade organizada para a concretização do processo de mudanças;
d) buscar o intercâmbio, a integração e a cooperação com os demais partidos, instituições e movimentos nacionais e internacionais que lutem por objetivos idênticos;
e) apoiar os movimentos pela integração latino-americana, na perspectiva da emancipação dos trabalhadores, e todas as ações que contribuam para a paz, o respeito à autodeterminação dos povos e a eliminação de relações de subordinação ou espoliação entre países e nações e por parte de grupos econômicos transnacionais.